Zacky Santos

Nasceu em Lisboa em março de 1975, e vive na margem sul, junto da praia, onde aprecia correr pela manhã.
Pai de uma princesa e de um príncipe, gosta de passar tempo com a família real, em brincadeiras com as crianças e tão só a ensinar e a aprender coisas simples da vida.

Profissionalmente, em 2017, tomou a melhor decisão da sua carreira e libertou-se de tudo o que o afastava da beleza singular e magnífica do Mundo que temos. Deixou para trás a estabilidade do emprego, a caixa de correio e as centenas de emails por ler, o excel, o word, a gestão de projetos e as reuniões consumidoras de tempo, os cargos e os estatutos acumulados, e a segurança absurda de saber que andaria por aqueles meandros nos próximos 20 anos.

Pegou na mochila e foi sozinho explorar algumas cidades da India (Nova Deli, Dharamshala, Rishikesh, Varanasi), e aprendeu que é preciso ver e viver certas realidades para se compreender o mundo que nos é mostrado todos os dias.

Hoje dedica-se a alertar as pessoas para a importância do autoconhecimento e para a necessidade de sermos mais conscientes, manter respeito por nós, pelos outros e sobretudo pelo Ambiente.

Seguro de que o futuro do planeta está nos mais novos, trabalha igualmente como voluntário numa ONGD nacional (Help Images) no projeto “I LOVE 2 HELP” que leva filmes solidários às escolas para ajudar a consciencializar as crianças e jovens para as questões cívicas, sociais e ambientais.

Visitem o link do projeto I LOVE 2 HELP

Dedica-se também à escrita criativa e às artes plásticas procurando a inspiração nas situações que observa à sua volta, no Mundo que conhece e no que sente que pode ser diferente. Procura desafiar-se para além do óbvio e criar obras com impacto que possam ajudar a evoluir seres humanos.

Em 2019 expôs as suas obras e instalações de caixas de cartão no Espaço da Fundação Altice no Porto, no GreenFest em Lisboa e no Artivism Route Week Lisboa, porque a arte também têm sentido e responsabilidade social.

Lançou no início de 2019 a curta-metragem literária “Casimira”, que relata a história de uma prostituta moderna que só faz o que quer e que tem no seu caderno diário o seu melhor amigo. É uma crítica forte ao mundo que vivemos nas nossas vidas e para a “prostituição” metafórica que tantas vezes praticamos, fazendo o que for preciso a troco de quaisquer recompensas. É um livro de contornos autobiográficos, que nos fala das escolhas da vida, e que nos deixa a porta aberta para podermos evoluir e mudar. São sempre escolhas que fazemos todos os dias.

“Ouve-me, Sou a Tua Mãe” é o livro que lança em 2020 e que é um livro intimista e introspetivo que canaliza a voz da nossa Mãe Natureza, sobre o que se passa no mundo e o que podemos mudar para evoluir, num diálogo a três onde o escritor e o leitor também têm um papel reservado.


Be the Example & Change the World

Todos podemos evoluir, todos podemos melhorar, todos podemos mudar e ser o exemplo do que gostaríamos de ter e ver à nossa volta.

É preciso ter consciência do mundo que se vive, perceber que há outras soluções e que tudo são escolhas que cada um de nós faz.

Ter consciência é importante mas não é suficiente, se os nossos braços continuarem cruzados e as nossas palavras, conselhos e opiniões forem apenas sobre o que os outros devem fazer.

A mudança começa em cada um de nós e no exemplo que podemos dar.

Deixar andar à espera que outros resolvam é demasiado cómodo e pouco sensato quando estamos a falar da nossa própria vida, do nosso futuro, do nosso planeta e da nossa Humanidade.